Mediação e Conciliação

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A nova cultura para solucionar conflitos

 

A Mediação e a Conciliação são formas participativas e rápidas de resolução de conflitos, nas quais o mediador e o conciliador agem com a finalidade de facilitar o diálogo entre os interessados. São formas de resolver problemas sem vencedores e vencidos, nos quais todos atuam juntos, para obtenção de ganhos mútuos.

 

Com a utilização de técnicas e ferramentas adequadas, o mediador e o conciliador restabelecem o diálogo entre as partes para que as mesmas enxerguem e decidam as opções para a solução do impasse entre elas.

 

Na Mediação, o mediador, que é terceiro neutro e imparcial, promove o diálogo entre as pessoas envolvidas para que elas mesmas, de forma autônoma e colaborativa, criem opções e proponham a melhor solução para a situação conflitante.

 

Costumeiramente, a Mediação é indicada para diversas modalidades de conflitos, nas quais exista relação anterior entre os envolvidos e o desejo de que esta subsista. 

 

Na Conciliação, o conciliador interfere de forma mais ativa e direta no litígio, sugerindo opções de resolução do conflito, sempre com imparcialidade, ou seja, sem julgamento. Trata-se de método indicado para casos mais simples e objetivos, nos quais não existe relacionamento duradouro entre os envolvidos, com a finalidade de harmonização social e restauração, dentro do possível, da relação entre as partes. 

 

Ambos são procedimentos estruturados, informais e autônomos, que, em comparação ao processo judicial, são mais céleres e econômicos. Neles as partes aceitam tanto o mediador quanto o conciliador, sendo por eles estimuladas ao diálogo franco, a escuta do outro e ao entendimento mútuo, com observância da imparcialidade, a confidencialidade, a segurança e a boa fé. 

 

Logo, as partes têm autonomia para buscar soluções que compatibilizem seus interesses e necessidades, viabilizando o acordo benéfico para todos os envolvidos, com final redação de termo, com força de título executivo, que agiliza eventual execução, no caso de descumprimento.

 

Os profissionais atuam norteados por princípios fundamentais e leis vigentes (Resolução n. 125/2010 do CNJ e Lei n. 13.140/2005).

 

Em ambas as situações, a presença de advogados é facultativa, contudo, caso uma das partes opte por estar assistida, necessário será que a outra também esteja, a fim de se conferir tratamento igualitário entre elas.

 

Nesse aspecto, a Imediate valida a presença do advogado, a quem cabe orientar juridicamente o cliente, o que não é possível ao mediador e ao conciliador, pela natureza de sua atuação, orientada pela neutralidade e imparcialidade.

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Mais rápido

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Mais econômico

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Menos burocrático

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Menor desgaste emocional

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